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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

ESTÍMULO DE CURTA-METRAGEM - 2013

A SECRETARIA DA CULTURA - SEC torna público o CONCURSO que fará realizar visando à seleção de projetos de FILMES DE CURTA-METRAGEM para apoio cultural, com observância na Lei Federal nº 8.666 de 21 de junho de 1993, Lei Federal nº 9.610, de  19  de fevereiro de 1998 (Lei de Direitos Autorais), no que couber, na Lei Estadual nº 6.544, de 22 de novembro de 1989, e alterações posteriores, Resolução SC nº 35, de 25 de maio de 2009, Resolução SC nº 27, de 23 de maio de 2013, assim como pelas demais normas legais e regulamentares pertinentes à espécie e em conformidade com as condições e exigências estabelecidas neste Edital e seus anexos.



  • Data Inicial: 02/09/2013

  • Data Final: 16/10/2013n

  • Número do Processo:
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 EDITAL – PRÊMIO ESTÍMULO DE CURTA-METRAGEM - 2013 - 

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Teatro tem lucro e Hollywood aumenta seus ganhos na Broadway

FONTE: PATRICK HEALY

DO "NEW YORK TIMES"

Para entender por que Hollywood está começando a fazer musicais para a Broadway, basta olhar pela janela do escritório de Jimmy Horowitz, o presidente da Universal Pictures. No chão do estúdio, abaixo, está o cartaz preto e verde do musical "Wicked". A Universal é o principal investidor do musical, que, desde 2003, já rendeu US$ 3 bilhões. "Wicked" está a caminho de se tornar o empreendimento mais lucrativo da história da Universal.
"'Wicked' abriu nossos olhos para o que pode acontecer quando você tem um espetáculo que se torna perene", disse Horowitz, cujo estúdio inicialmente planejou transpor o romance "Wicked", de 1995, para o cinema --e agora prevê criar um filme a partir do musical. "Acho que não tínhamos visualizado bem como seria esse fluxo de receita."
Agora a Universal está convertendo "O Clube dos Cafajestes" em musical. "De Volta para o Futuro" pode ser o próximo. A Twentieth Century Fox pensa em dar o mesmo tratamento a "Uma Babá Quase Perfeita" e "O Diabo Veste Prada". A Sony está trabalhando sobre "Tootsie".
A temporada atual na Broadway está sendo dominada por obras que foram adaptadas do cinema para o palco, como "Rocky" e "Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas". O musical "Aladdin" vai chegar neste inverno, adaptado pela própria Disney.
Divulgação
Rocky Balboa (Sylvester Stallone, à esq.) enfrenta Apollo Creed (Carl Weathers) em cena do filme 'Rock - O Lutador', de 1976
Rocky Balboa (Sylvester Stallone, à esq.) enfrenta Apollo Creed (Carl Weathers) em cena do filme 'Rock - O Lutador', de 1976
As adaptações para o teatro podem ser suficientemente rentáveis para que questões de originalidade sejam deixadas de lado.
Por isso, executivos de Hollywood estão tentando resolver o enigma do que é necessário para um filme virar um musical de sucesso. É uma estratégia de "pôr as mãos na massa" e uma mudança importante, após décadas em que os estúdios passivamente vendiam os direitos de filmes a produtores teatrais, que se encarregavam da maior parte do trabalho.
"Estamos examinando nossos 4.000 filmes para identificar as histórias que tenham a maior ressonância emocional --histórias que sejam próprias para serem cantadas no palco", disse Lia Vollack, chefe do setor teatral da Sony.
A maioria dos musicais da Broadway é feita de adaptações, mas queixas sobre filmes transpostos para musicais são uma tendência relativamente recente. A última queixa, do crítico de cinema do "Telegraph", de Londres, saiu no mês passado sob o título "Poderíamos, por favor, parar de converter grandes filmes em musicais?".
Mesmo assim, depender de um filme de título famoso nunca foi garantia de sucesso. Aproximadamente 75% dos espetáculos encenados na Broadway dão prejuízo, incluindo muitos filmes populares convertidos em musicais.
"Às vezes, o material não funciona bem quando transposto para o palco", explicou Mark Kaufman, um dos executivos da Warner Brothers responsáveis por empreendimentos teatrais. "Às vezes o público se queixa: 'Por que não há musicais originais?'. O que está acontecendo agora é que Hollywood e a Broadway estão tentando criar espetáculos melhores juntos."
No mês passado, a Fox anunciou uma parceria com um dos produtores mais bem-sucedidos da Broadway, Kevin McCollum. Executivos da Fox convidaram Isaac Robert Hurwitz, do Festival de Teatro Musical de Nova York, a assessorá-los em seus projetos com McCollum e na estratégia de criação de produções teatrais.
Está por trás desses acordos a percepção de que a maioria dos cineastas não sabe criar grandes espetáculos de teatro musicais por conta própria.
Executivos de estúdios dizem estar contando com veteranos da Broadway para lhes dizer, entre outras coisas, quais personagens devem cantar e, se sim, como isso deve ser feito.
"Um filme pode ter muito mais cenas que um musical, e muita coisa pode ser feita com close-ups e outros artifícios cinematográficos. Tivemos que pensar com cuidado sobre quais cenas conservar e transpor para o teatro e quais momentos poderiam ser convertidos em canções", comentou Dan Jinks, um dos produtores do filme "Peixe Grande" e que está trabalhando na adaptação musical do filme. "No filme, há uma cena em que o tempo para e o personagem principal atravessa uma tenda de circo. É uma cena fascinante." O compositor Andrew Lippa escreveu "Time Stops" para a cena, e Jinks disse que a canção "atinge o espectador de uma maneira que apenas o teatro musical é capaz ".
Pelos padrões de Hollywood, os orçamentos de musicais do teatro são agradavelmente pequenos --entre US$ 5 milhões e US$ 20 milhões, comparados com US$ 100 milhões ou mais para filmes. Os estúdios de cinema são uma dádiva para os produtores de musicais, que, de outro modo, precisam reunir dezenas de investidores.
Um teste para "Rocky", produção de US$ 15 milhões, será se o público vai aceitar outro ator que não Sylvester Stallone no papel principal. Mesmo Stallone, astro original de "Rocky" e um dos produtores do musical, reconheceu o fato. "Acho que o musical é original. Mas nós sabemos que a palavra final será dada pela plateia."

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

iIbero-americana: apoio ao desenvolvimento de projetos de cinema e televisão

Estão abertas as inscrições para o Programa Ibermedia, de estímulo à promoção e à distribuição de filmes ibero-americanos. Criado em 1997 e ratificado por 18 países, que financiam o programa, o Fundo de Apoio Ibermedia faz parte da política audiovisual da Conferência de Autoridades Cinematográficas Ibero-americanas (CACI), da qual a Agência Nacional do Cinema (Ancine) faz parte, representando o Brasil.


Para o ano de 2013, serão aceitas propostas nas seguintes linhas: apoio a programas de formação orientados a profissionais da indústria audiovisual ibero-americana; apoio ao desenvolvimento de projetos de cinema e televisão; apoio à coprodução de filmes ibero-americanos. Cada linha tem seu próprio regulamento.

linha de apoio a programas de formação beneficiará escolas de cinema e/ou televisão, universidades, centros de formação profissional especializados, sociedades privadas pertencentes à indústria audiovisual e organizações/associações profissionais pertencentes à indústria audiovisual. Empresas de de televisão podem ser ser sócias, mas não candidatas.

Na linha de apoio ao desenvolvimento de projetos, o valor máximo que se pode conceder a cada projeto é de 15 mil dólares. Para fins de seleção, serão considerados os critérios de adequação ao formato pretendido, qualidade e originalidade da ideia, roteiro e estrutura narrativa, currículo da da empresa e equipe, e trajetória da empresa com o programa Ibermedia.

Já para a linha de coprodução de filmes ibero-americanos, são elegíveis os projetos de filmes de longa-metragem de ficção com duração mínima de 70 minutos, destinados à exploração comercial. Os projetos devem apresentar cooperação artística e técnica, ou financeira. Será dada preferência a projetos com distribuição comercial confirmada em cada um dos países coprodutores e fora deles.

As inscrições vão até o dia 30 de abril.  Para saber mais, acesse www.programaibermedia.com.

*Com informações do site da Ancine

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Produtoras audiovisuais preveem falta de mão de obra

Fonte: IG
 
A nova lei da TV paga, que obriga canais a exibirem conteúdo nacional em horário nobre, faz produtoras independentes esperarem um ano de euforia para o setor em 2013. Mas, num regime progressivo que até 2014 estabelece a exibição de 3 horas e 30 minutos de conteúdo nacional por semana, a falta de mão de obra qualificada também pode aparecer como entrave.
Divulgação/O2 Filmes
Destino São Paulo, feito pela produtora O2 para o canal HBO, mostra vida de imigrantes na cidade

“Encabeçando a lista (de profissionais em falta), teremos roteiristas”, acredita Andréia Barata Ribeiro, sócia da O2, de Fernando Meirelles. “Em segundo, um produtor experiente que saiba o que fazer com um projeto de R$ 10 milhões nas mãos. Em seguida, profissionais de fotografia e direção de arte”, afirma.
 
Responsável por séries do canal HBO com “Filhos do Carnaval” e, mais recentemente, “Destino São Paulo”, a produtora projeta rodar de cinco a oito séries no ano. “Era um setor (as séries) que não existia e só uma ou outra produtora faziam. Com a garantia de absorção deste conteúdo, quem estiver preparado vai crescer mais”, diz.

“Tem espaço para todo tipo de conteúdo e vai faltar produtora”, diz José Henrique Caldas, da Dogs Can Fly, que atende Discovery Networks e os grupos FOX, Viacom (VH1, Nickelodeon, Comedy Central) e Turner (Cartoon Network, CNN, Glitz, TNT).

Para dele, a formação de mão de obra não é simples e pode ser um gargalo. “Recém-formados saem com um perfil muito júnior das faculdades e, para se desenvolver, precisam estar dentro de produtoras”, afirma.

Para o presidente da ABPITV (Associação Brasileira de Produtores Independentes de TV), a TV paga passa por uma grande transformação. Num setor que, segundo a Anatel, até novembro crescia 28,3% na relação anual, os canais internacionais perceberam que o conteúdo nacional ajuda na fidelização do telespectador, num plano semelhante ao adotado pela líder de audiência, Globo, na TV aberta.

“A classe C exige identificação e precisa se reconhecer na tela. É essa coisa também da Globo se refletir na classe popular. E uma estratégia de marketing. Não é por causa de uma obrigatoriedade: estou fazendo isso porque é bom para mim e para o meu canal”, explica.
Publicidade x Conteúdo
Divulgação/Sentimental eTAL
Zico durante as filmagens do documentário oficial sobre o centenário do clássico FlaxFlu

A movimentação em torno da nova lei também mexe com a dinâmica dentro das próprias produtoras. Vencedora em 2012 do principal prêmio do Festival Brasileiro de Publicidade, a Sentimental criou a Sentimental eTAL há cerca de um ano e atualmente negocia com canais de séries e documentários.

A empresa se vê diante de uma nova dinâmica em relação ao material publicitário, considerado de resultado mais rápido. “Nossa proposta é ter relação de longo prazo com o canal e com o conteúdo. No Brasil, há uma escassez de séries que criem ídolos e licenciamentos e esperamos sedimentar isso ao longo de 2013 e 2014”, afirma Rodrigo Terra, sócio-diretor da eTAL.

“A partir dos filmes do “Centenário do FlaxFlu” e do “Surfar é Coisa de Rico”, da história de Rico de Souza, a gente captou mais material do que precisava para fazer do longa uma série”, explica.
Mario Peixoto, produtor executivo da Delicatessen Filmes, que assina o reality show Breakout Brasil para o canal Sony Spin, considera produção de conteúdo um “caminho natural para quem quer se expandir”.

Até por conta por conta do surto recente trazido pela nova lei, 90% das receitas ainda estão atreladas aos anúncios, mas ele vê um equilíbrio maior no horizonte. “Acho que 2012 foi um ano de preparação. Por mais que economia esteja parada, nosso segmento parece em ebulição”, diz.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Produção cinematográfica do País tem orçamento recorde

AE - Agência Estado

A carestia chegou ao cinema brasileiro. Nunca antes na história desse país foi tão caro fazer um filme. Ficou nostálgico aquele período da retomada em que se faziam filmes com o chamado BO (Baixo Orçamento, quantias até R$ 1 milhão). Filmes médios nacionais têm hoje um custo de produção em torno de R$ 5 milhões.


E a aceleração de preços é evidente e assombrosa. O longa-metragem de direção coletiva "Rio, Eu te Amo", da Conspiração Filmes, custaria R$ 10 milhões em 2011, segundo informação na época do então presidente da RioFilme, Sérgio Sá Leitão. Mas chega a 2013 estimando custar quase o dobro: R$ 19 milhões. É uma produção ambiciosa, 10 histórias filmadas por diretores distintos, nos moldes das franquia iniciada com "Paris, Je T?Aime", seguida por "New York, I Love You".

O filme que vai representar o Brasil no 63.º Festival de Berlim, em 7 de fevereiro, por exemplo, é "Flores Raras", de Bruno Barreto, que custou R$ 13 milhões. Tem atrizes estrangeiras no elenco (a australiana Miranda Otto e a americana Tracy Middendorf, além da brasileira Glória Pires).

Segundo a produtora do filme, Lucy Barreto, que acalenta o projeto desde os anos 1990, as despesas de produção subiram "absurdamente", e há diversas explicações. Uma delas seria a incompreensão em relação ao papel do cinema como disseminador de cultura. "Eu quero colocar música no filme, mas você não tem ideia dos preços. Querem fortunas para ceder uma música, e ainda apresentam os preços em dólar. Poderiam facilitar essas cessões, porque é assim no mundo todo. Os americanos, por exemplo, sabem que o cinema vende o país deles pelo mundo, e toda a cultura deles, por extensão."

"Os nossos orçamentos estão quase o dobro dos argentinos e dos chilenos e mais caro do que os dos espanhóis. Daqui a pouco vai ficar mais barato pegar a equipe em Buenos Aires do que aqui. Fica quase impossível", lamenta Lucy.

Segundo Manoel Rangel, presidente da Agência Nacional de Cinema (Ancine), a elevação de custos está em consonância com a realidade geral do País, na qual os salários cresceram e há uma escassez de mão de obra especializada. "Mas o orçamento médio ainda gira em torno de R$ 4, R$ 5 milhões", analisa Manoel Rangel. "Não diria que há uma tendência, mas é fato que os orçamentos estão mais caros", diz o dirigente, explicando que o Estado brasileiro nunca põe mais de R$ 7 milhões num filme, é o teto estabelecido pela lei. Ainda assim, é possível que o filme consiga mais recursos públicos, em editais. Há também mais coproduções internacionais.

O mais caro dos filmes em produção, "Amazônia, Planeta Verde", chegou ao histórico patamar de R$ 26 milhões (mas, desse total, R$ 22 milhões são de outras fontes que não o Estado brasileiro). Outra coprodução milionária com a França é "Vermelho Brasil" (Rouge Brésil), segundo da lista dos mais caros a caminho, com R$ 19 milhões. Trata-se de um longa que também será minissérie de cinco capítulos para ser exibida na Rede Globo e numa emissora francesa. O projeto envolve Conspiração Filmes, Globo Filmes e Riofilme, além da produtora francesa Pampa Films. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

OS DEZ MAIS CAROS
Dados de 2012, fornecidos pela Ancine

"Amazônia - Planeta Verde"
R$ 26.440.767,03

"Vermelho Brasil" (TV)
R$ 19.429.497,27

"Circo Místico"
R$ 16.008.817,84

"Cidade Maravilhosa"
R$ 14.277.049,01

"O Tempo e o Vento"
R$ 13.998.533,39

"Flores Raras e Banalíssimas"
R$ 13.126.924,51

"Nó na Garganta"
R$ 13.060.561,32

"O Peregrino - A Melhor História de Paulo Coelho"
R$ 12.500.000,00

"Malês"
R$ 12.348.483,80

"Sequestrados"
R$ 12.043.289,80

sábado, 19 de março de 2011

Festival de Cannes e youtube anunciam concurso de vídeo

O Festival de Cannes, em parceria com o YouTube, anunciou o lançamento do ‘Good Work’, um concurso que desafia talentos de todo o mundo a produzirem um vídeo para uma organização sem fins lucrativos.
O vídeo deverá ter no máximo 1 minuto e o prazo é até o dia 9/5 e os autores dos 5 melhores trabalhos ganham uma viagem para o Festival de Cannes com tudo pago.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Concurso Feminina Dramaturgia – Só para Mulheres

Em sua 2ª Edição, o Concurso Feminina Dramaturgia – Só para Mulheres está com inscrições abertas até 5 de dezembro. Um dos motivos do prêmio está no fato de, apesar das mulheres serem praticamente a maioria na vida teatral, quando se trata de formular, de decidir, poucas conseguem espaço. Da mesma forma, nos concursos públicos ou privados as dramaturgas premiadas são em números bem inferior aos seus colegas homens. Com isso, a tentativa do concurso é de mostrar, discutir, avaliar a presença e contribuição da mulher da nossa dramaturgia.
O projeto é idealizado exclusivamente para mulheres que escrevem peças teatrais e as inscrições podem ser feitas pelo correio ou pessoalmente, das 11h às 22h. No envelope : 3 cópias do texto e 1 folha com o pseudônimo, nome, RG, CPF, e endereço com telefone. A Comissão Julgadora será formada pelas Atrizes, Diretoras e Professoras Georgette Fadel, Denise Del Vecchio e pela Diretora, Professora e Cineasta Tereza Aguiar. O resultado será a premiação de 3 peças: a 1ª receberá R$ 3.000,00, a 2ª R$ 2.500,00 e a 3ª R$ 2.000,00. Também fará parte do prêmio a apresentação pública das 3 peças escolhida em forma de leitura dramática.

O endereço para envio é Studio 184 – Praça Franklin Roosevelt, 184. CEP: 013030-020. Informações: (11) 3259-6940 ou nucleo184@yahoo.com.br

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

ALAN PARKER


Se você perdeu os filmes do diretor Alan Parker que foram reexibidos na mostra de cinema, em São Paulo, seguem aqui algumas dicas:

PINK FLOYD THE WALL, de Alan Parker / REINO UNIDO
Inspirado no álbum homônimo da banda inglesa “Pink Floyd‘, contando a história de um rock star deprimido, “preso” em seu próprio muro.

O EXPRESSO DA MEIA-NOITE, de Alan Parker / EUA
Conta a história real de Billy Hayes, um jovem americano condenado a 30 anos de prisão na Turquia por tentar sair do país portando haxixe.

BUGSY MALONE - QUANDO AS METRALHADORAS COSPEM
Sátira musical inspirada nas ações criminosas praticadas por gângsters durante a Lei Seca americana entre as décadas de 20 e 30.