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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Teatro tem lucro e Hollywood aumenta seus ganhos na Broadway

FONTE: PATRICK HEALY

DO "NEW YORK TIMES"

Para entender por que Hollywood está começando a fazer musicais para a Broadway, basta olhar pela janela do escritório de Jimmy Horowitz, o presidente da Universal Pictures. No chão do estúdio, abaixo, está o cartaz preto e verde do musical "Wicked". A Universal é o principal investidor do musical, que, desde 2003, já rendeu US$ 3 bilhões. "Wicked" está a caminho de se tornar o empreendimento mais lucrativo da história da Universal.
"'Wicked' abriu nossos olhos para o que pode acontecer quando você tem um espetáculo que se torna perene", disse Horowitz, cujo estúdio inicialmente planejou transpor o romance "Wicked", de 1995, para o cinema --e agora prevê criar um filme a partir do musical. "Acho que não tínhamos visualizado bem como seria esse fluxo de receita."
Agora a Universal está convertendo "O Clube dos Cafajestes" em musical. "De Volta para o Futuro" pode ser o próximo. A Twentieth Century Fox pensa em dar o mesmo tratamento a "Uma Babá Quase Perfeita" e "O Diabo Veste Prada". A Sony está trabalhando sobre "Tootsie".
A temporada atual na Broadway está sendo dominada por obras que foram adaptadas do cinema para o palco, como "Rocky" e "Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas". O musical "Aladdin" vai chegar neste inverno, adaptado pela própria Disney.
Divulgação
Rocky Balboa (Sylvester Stallone, à esq.) enfrenta Apollo Creed (Carl Weathers) em cena do filme 'Rock - O Lutador', de 1976
Rocky Balboa (Sylvester Stallone, à esq.) enfrenta Apollo Creed (Carl Weathers) em cena do filme 'Rock - O Lutador', de 1976
As adaptações para o teatro podem ser suficientemente rentáveis para que questões de originalidade sejam deixadas de lado.
Por isso, executivos de Hollywood estão tentando resolver o enigma do que é necessário para um filme virar um musical de sucesso. É uma estratégia de "pôr as mãos na massa" e uma mudança importante, após décadas em que os estúdios passivamente vendiam os direitos de filmes a produtores teatrais, que se encarregavam da maior parte do trabalho.
"Estamos examinando nossos 4.000 filmes para identificar as histórias que tenham a maior ressonância emocional --histórias que sejam próprias para serem cantadas no palco", disse Lia Vollack, chefe do setor teatral da Sony.
A maioria dos musicais da Broadway é feita de adaptações, mas queixas sobre filmes transpostos para musicais são uma tendência relativamente recente. A última queixa, do crítico de cinema do "Telegraph", de Londres, saiu no mês passado sob o título "Poderíamos, por favor, parar de converter grandes filmes em musicais?".
Mesmo assim, depender de um filme de título famoso nunca foi garantia de sucesso. Aproximadamente 75% dos espetáculos encenados na Broadway dão prejuízo, incluindo muitos filmes populares convertidos em musicais.
"Às vezes, o material não funciona bem quando transposto para o palco", explicou Mark Kaufman, um dos executivos da Warner Brothers responsáveis por empreendimentos teatrais. "Às vezes o público se queixa: 'Por que não há musicais originais?'. O que está acontecendo agora é que Hollywood e a Broadway estão tentando criar espetáculos melhores juntos."
No mês passado, a Fox anunciou uma parceria com um dos produtores mais bem-sucedidos da Broadway, Kevin McCollum. Executivos da Fox convidaram Isaac Robert Hurwitz, do Festival de Teatro Musical de Nova York, a assessorá-los em seus projetos com McCollum e na estratégia de criação de produções teatrais.
Está por trás desses acordos a percepção de que a maioria dos cineastas não sabe criar grandes espetáculos de teatro musicais por conta própria.
Executivos de estúdios dizem estar contando com veteranos da Broadway para lhes dizer, entre outras coisas, quais personagens devem cantar e, se sim, como isso deve ser feito.
"Um filme pode ter muito mais cenas que um musical, e muita coisa pode ser feita com close-ups e outros artifícios cinematográficos. Tivemos que pensar com cuidado sobre quais cenas conservar e transpor para o teatro e quais momentos poderiam ser convertidos em canções", comentou Dan Jinks, um dos produtores do filme "Peixe Grande" e que está trabalhando na adaptação musical do filme. "No filme, há uma cena em que o tempo para e o personagem principal atravessa uma tenda de circo. É uma cena fascinante." O compositor Andrew Lippa escreveu "Time Stops" para a cena, e Jinks disse que a canção "atinge o espectador de uma maneira que apenas o teatro musical é capaz ".
Pelos padrões de Hollywood, os orçamentos de musicais do teatro são agradavelmente pequenos --entre US$ 5 milhões e US$ 20 milhões, comparados com US$ 100 milhões ou mais para filmes. Os estúdios de cinema são uma dádiva para os produtores de musicais, que, de outro modo, precisam reunir dezenas de investidores.
Um teste para "Rocky", produção de US$ 15 milhões, será se o público vai aceitar outro ator que não Sylvester Stallone no papel principal. Mesmo Stallone, astro original de "Rocky" e um dos produtores do musical, reconheceu o fato. "Acho que o musical é original. Mas nós sabemos que a palavra final será dada pela plateia."

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

MinC convoca artistas voluntários para Copa das Confederações

Estão abertas, até o dia 16 de fevereiro, as inscrições para o cadastro de voluntários artistas que queiram participar das cerimônias de abertura e encerramento da Copa das Confederações FIFA 2013. As cerimônias acontecem, respectivamente, nas cidades de Brasília e Rio de Janeiro.
 
Para saber mais, acesse www.brasilvoluntario.gov.br.

*Com informações do site do MinC

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

A privatização do vale-cultura

Fonte: Folha
Há um certo malestar com os rumos da cultura no Brasil, segundo vozes tão diversas quanto Zeca Pagodinho e Mino Carta. Estamos regredindo? A vulgarização nos dominou? Mas é interessante que pouco se discuta o uso dos estimados R$ 7 bilhões em dinheiro público que o tal Vale-Cultura gastará.

É a maior bandeira do Ministério da Cultura, que vai continuar a usar dinheiro público para bancar a cultura de mercado, aquela que já anda sozinha sem incentivos. Empregadores descontarão de impostos R$ 45 dos R$ 50 do vale. Os outros R$ 5 dos R$ 50 mensais serão diretamente bancados pelo governo.

Há quase duas décadas, são os departamentos de marketing das grandes empresas do Brasil que decidem o grosso da verba para a cultura no país.

A Lei Rouanet até ressuscitou a cultura após o terremoto Collor e permitiu o surgimento de muita gente boa, mas a maior parte de sua verba vai para os nomões de sempre, que poderiam sobreviver sem dinheiro público. Sim, as empresas usam dinheiro público em seu marketing e o governo abre mão de ter uma política cultural.

O Vale-Cultura, que deve ser regulamentado até o dia 26, vai botar ainda mais dinheiro público na cultura de mercado. A própria ministra Marta Suplicy afirmou que com o vale, o trabalhador "vai comprar o que quiser". E disse que podem comprar "até revista porcaria", uma escorregada que revela o que ela acha dos destinatários de tal "proposta cultural".

À primeira vista, parece um mix de política generosa "de esquerda" com populismo pão-e-circo.

Mas, se com a Lei Rouanet, já bancamos de shows do Cirque du Soleil a comédias globais, o vale-cultura será facilmente investido/gasto nos multiplex de multinacionais americanas, nos cantores breganejos que já fazem muito sucesso (e que já estão ricos), nos musicais da Broadway. Quem precisa de mais Paulo Coelho? Ou de livros do Silas Malafaia?

Nos raros países onde existem Ministérios da Cultura com orçamento polpudo, a norma é patrocinar o que o mercado não tem interesse. O novo, o arriscado, o polêmico, o criativo; a poesia, a música clássica, o teatro e o cinema (este quase sempre é alternativo se não for made in Hollywood ou TV Globo).

Verbas públicas mundo afora combinam arte com educação ou mesmo arte com profissionalização.
Desde a educação artística (para valer) no ensino básico a escolas profissionalizantes que formem restauradores, produtores, mixadores, iluminadores, maquiadores, roteiristas e tantas grandes profissões que o Brasil precisa (e com milhões de jovens à procura de uma colocação melhor).

O Vale-Cultura não terá esse papel "redistributivo" que aparenta ter. Como já acontece nos filmes de Hollywood, os maiores beneficiários do tal vale serão aqueles que já possuem poder de fogo para gastar em publicidade maciça, usando os meios industriais de sempre. Os músicos que tocam na novela e no Faustão, os livros de autoajuda que ficam nas primeiras prateleiras das livrarias, os blockbusters. É para isso que gastaremos R$ 7 bilhões? A cultura continuará privatizada com dinheiro público.

Como já acontece com ProUni e Minha Casa, minha vida, não haverá exigência de contrapartida para quem for receber essa montanha de dinheiro público. As universidades privadas continuam ser ter que investir em pesquisa ou em novos doutores, as empreiteiras não precisam criar urbanismo em suas novas "Cidades de Deus". Não se exigirá dos promotores da cultura de mercado funções gratuitas, cursos de formação ou livros mais baratos.

Mas não haverá gritaria, caros Zeca e Mino. Uma das ideias mais estapafúrdias da ministra Marta Suplicy, de construir "CEUs da Cultura" na Europa, nem causou rebuliço nas redes sociais. Como se Londres e Paris precisassem mais de centros culturais com dinheiro público do que Cascavel ou Palmas. Nestes dias em que os coletivos "alternativos" viraram completamente chapa-branca, não haverá debate _ coisa que só acontece quando há oposição e situação.

Siga no Twitter: @rauljustelores

Arquivo pessoal O jornalista Raul Juste Lores é correspondente da Folha em
Nova York, ex-correspondente em Pequim e Buenos Aires e ex-editor
do caderno 'Mercado', e bolsista da fundação Eisenhower Fellowships. Escreve às quartas-feiras no site. Siga: @rauljustelores

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Opinião: Público brasileiro não tem sequer a chance de ver os filmes nacionais

FONTE:
SARA SILVEIRA
ESPECIAL PARA A FOLHA

Quando o Carlão [Carlos Reichenbach, cineasta morto no ano passado] me chamou nos anos 1990 para criar uma produtora, perguntei se iríamos ganhar dinheiro com nosso filmes. "Dinheiro eu não sei, mas corremos o risco de entrar para a história", ele me respondeu.

Com ele aprendi a importância do dito cinema autoral, que é parte importante da cultura do país e não consegue se manter financeiramente. A alternativa é buscar recursos públicos, que devem ser distribuídos a todos, seja o filme comercial ou autoral.

Mas hoje o grande problema do cinema nacional é que é impossível brigar por espaço com a indústria cinematográfica dos Estados Unidos.

É injusto, portanto, analisar o resultado de um filme apenas com base no número de espectadores nos cinemas.

Como a maioria das salas está ocupada pela produção estrangeira, o público brasileiro não tem sequer a oportunidade de ver os filmes nacionais para conseguir avaliar se eles são bons ou ruins.

Não há grandes problemas de produção, mas gargalos na distribuição e na exibição.

A maioria dos espectadores acaba só tendo contato com essas obras em outros formatos, como TV e DVD, ou no circuito alternativo da Programadora Brasil, que conta com 1.625 pontos de exibição em 850 municípios e um acervo de quase mil obras.

SARA SILVEIRA é produtora da Dezenove Filmes, de obras como "Falsa Loura". Em depoimento a Matheus Magenta.

PROAC e BUROCRACIA VALEM A PENA?


 Sim, você escreve vários roteiros, mas na hora que termina pensa: o que vou fazer com eles?

É uma pergunta difícil de ser respondida, pois no Brasil não há aqueles produtores que agenciam roteiristas ou investem dinheiro próprio em uma produção sabendo que vão ganhar lá na frente.

Hoje ainda dependemos das leis de incentivo. Ou seja,  ou você capta dinheiro ou espera a oportunidade de alguém gostar do seu trabalho, o contratando. E você com seu roteiro pronto, você fica pensando o que fazer com ele... Cadê a pessoa que vai me contratar? Cadê meu produtor para fazer esta burocracia? Para quem vou mostrar? O fato é que há algumas alternativas.

Há sempre a possibilidade de escrever um roteiro de baixo orçamento, reunir alguns amigos e filmá-lo. O problema neste caso e é o que eu sempre escuto nas rodas de amigos é que é desgastante. Fazer um projeto sem dinheiro sempre tem seus contras. Sempre tem pessoas infelizes. Quem aqui não quer ganhar seu próprio dinheiro? Bem, eu quero.

Eu já fiz alguns filmes na guerrilha, à Glauber Rocha, uma ideia da cabeça e uma câmera na mão, o fato é que com o passar do tempo você acaba esperando mais, querendo mais.
Se você for fazer isso há o que determinamos de problemas padrão: o filme não fica na qualidade que você quer, os atores acabam desistindo porque encontraram empregos que dão dinheiro, o áudio fica uma merda!, você não sabe editar e demora um tempo até conseguir alguém que faça de graça ou aprende na raça. Além de que há sempre aqueles que não levam o cinema tão a sério e o tratam como hobby e não profissão. E isso em uma sala de produção pesa muito.

Quantas vezes você tentou juntar um grupo de pessoas para fazer um filme e percebeu que em um determinado momento, você era o único que cumpria as tarefas e prazos.

Aí você pensa, pra que estou lendo sobre estes problemas se quero ser apenas um roteirista. Meu caro, o problema é que você quer concretizar, você quer ver seu filme um dia em uma sala de exibição e cada vez mais vejo como são raros novos artistas terem oportunidades no palco das artes.

E são estas ações que podem lhe transformar de um roteirista amador a um roteirista profissional.
Produza e faça você mesmo. Sim, vai dar trabalho. Sim, tem que fazer orçamento. E sim, você vai odiar a burocracia.

Em São Paulo, há o ProAC que aceita pessoas físicas e está com as inscrições abertas. Ou seja, você mesmo pode pegar o seu roteiro e  transformá-lo em um produto comercial. Leia o Manual de Orientação ou acesse a página:

Entre na página e se informe!
Manual de Orientação



Novas chances mande seus textos

Para começar 2013 com o pé direito! Para roteiristas estreantes o começo do ano é sempre duro. Não há editais disponíveis e cá entre nós não podemos encontrar empregos abrindo os classificados do jornal de domingo. Então, pra quem está cansado de ter seus roteiros engavetados por falta de verba ou oportunidade aqui vai alguns concursos que podem ajudar a abrilhantar seu 2013. Se você ainda não tem nada produzido, que tal começar...

Cultura em Movimento
Poesia. Inscrições até 31/jan.
Info todahoracomvoce.com.br/culturaemmovimento/docs/regulamento.pdf

6º Concurso Fritz Teixeira de Salles
Poesia. Inscrições até 31/jan.
Info fundacaopascoalandreta.com.br

Prêmio Cidade de Belo Horizonte
Poesia, teatro, romance e conto. Inscrições até 22/mar.
Info portalpbh.pbh.gov.br

Concurso Josué Guimarães
Conto. Inscrições até 1º/jun. Info jornadasliterarias.upf.br

Veja mais em concursos-lite
rarios.blogspot.com

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

ENTRETODOS 5 - Festival de Curtas Metragens de Direitos Humanos:


Vai até 8 de outubro as inscrições para o ENTRETODOS 5 - Festival de Curtas Metragens de Direitos Humanos, que acontece de 29 de novembro a 02 de dezembro em parceria com os 31 núcleos dos Direitos Humanos das regiões metropolitanas da cidade de São Paulo. As inscrições são gratuitas e deverão ser realizadas através do website www.entretodos.com.br, onde também está disponível o regulamento.

Poderão participar curtas metragens de qualquer formato, incluindo vídeos feitos por câmeras em celulares e digitais e em películas. Os curtas poderão ser documentário, ficção, experimental e animação, com até 25 minutos e que envolvam temas relacionados aos direitos humanos."
Postado no grupo do face 'Oficina de Roteiro Thelma Guedes' por Alexandre M. Freire.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Residência NECMIS


O MIS abre inscrições para a nova Residência NECMIS. Coordenada pelo filósofo e colunista da Folha de S.Paulo, Luiz Felipe Pondé, o programa irá selecionar projetos de pesquisa aplicados a produtos de mídias audiovisuais, com o intuito de estimular a parceria entre cotidiano acadêmico e mercado.
O participante deverá produzir, ao final do programa, um produto relacionado ao audiovisual em qualquer formato, mídia, duração ou suporte (filme, vídeo, digital, fotografia, game, entre outros) a partir de sua pesquisa em humanidades. O processo dura um ano e contemplará quatro residentes, os quais recebem, durante o período, prêmio de mil reais mensais cada e orientação de Pondé.
 
Podem participar formados ou estudantes de graduação, mestrado ou doutorado nos cursos de filosofia, teologia, ciências sociais, psicologia, letras, artes plásticas e comunicação de todo o Brasil. Os projetos devem ser inéditos e serão selecionados por um júri composto de profissionais da área, integrantes da equipe do MIS e do orientador da residência, Luiz Felipe Pondé.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Film Cup 2012 seleciona projetos de ROTEIRO


Entre 24 e 27 de outubro, acontece o FilmCup 2012: Brasil & Alemanha, evento paralelo à 36ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, que visa promover um mercado de co-produções internacionais, aproximando profissionais dos dois países para discutir cooperações e possibilitar a realização de projetos para cinema e televisão.
Serão selecionados 11 projetos dos gêneros documentário, ficção ou animação, que possam ser produzidos em regime de parceria. No dia do evento, cada indicado terá 10 minutos de apresentação e mais 10 minutos para responder a perguntas de parceiros e financiadores em potencial.
Qualquer projeto em fase de desenvolvimento pode ser enviado, desde o primeiro tratamento de um roteiro até obras em fase de pós-produção, preferencialmente traduzido para o inglês.
As inscrições vão até 31 de agosto e podem ser feitas pelo site www.filmcup.net.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

CONHEÇA O EDITAL EDP 2012: DESENVOLVIMENTO HUMANO E SOCIAL


 

CONHEÇA O EDITAL EDP 2012: DESENVOLVIMENTO HUMANO E SOCIAL 

Promover o bem-estar e inspirar as pessoas a agir para o futuro fazem parte das premissas de atuação da EDP. Por isso, as empresas do Grupo EDP no Brasil desenvolveram uma politica de investimento que visa contribuir para o Desenvolvimento Humano e Social no país.

O Edital EDP 2012: DESENVOLVIMENTO HUMANO E SOCIAL é uma seleção pública de projetos culturais, esportivos e socioambientais onde atuam as empresas da EDP, em municípios dos Estados de São Paulo, Espírito Santo, Tocantins e Mato Grosso do Sul. 

Serão R$ 2.820.000 distribuídos entre projetos que colocam em prática a boa energia! 

Você tem um projeto Cultural, Esportivo ou Socioambiental? 

INSCREVA-SE DE 16 DE JULHO A 13 DE AGOSTO DE 2012!

Cada área tem duas modalidades de seleção: 

DIRETA | Os projetos receberão recursos próprios da EDP.

INCENTIVADA | Os projetos deverão estar aprovados para captação via Leis de Incentivo (CULTURA: Lei Rouanet; ESPORTE: Lei de Incentivo ao Esporte; SOCIOAMBIENTAL: FIA - Fundo da Infância e da Adolescência).

ÁREAS DE ATUAÇÃO:

ÁREA CULTURAL
A cultura amplia conhecimentos e capacidades, contribui para a emancipação e a formação humana integral. A Área Cultural busca projetos que promovam iniciativas de acesso à cultura e que valorizem a diversidade cultural e as expressões regionais brasileiras. 

ÁREA ESPORTIVA
O esporte estimula o equilíbrio físico e mental, contribui para a formação humana integral e para a construção de relações saudáveis com o próprio corpo, com o meio e com os outros. Os projetos precisam promover iniciativas que estimulam a socialização, convivência, o cumprimento de regras, os hábitos saudáveis e o compartilhamento de momentos de bem-estar.

ÁREA SOCIOAMBIENTAL 
A Área Socioambiental procura projetos que estimulam o aprimoramento do capital humano e social incentivando práticas de cidadania, inclusão, participação, solidariedade e desenvolvimento local. 

Consulte o Edital e as orientações para inscrição nos links abaixo:

» REGULAMENTO 

ATENDIMENTO AO PROPONENTE:
E-mail: editaledp@nucleodepatrocinios.com.br
Tel.: (11) 3060-3128, de segunda a sexta-feira, das 13h às 18h, durante todo período do Edital.

terça-feira, 17 de julho de 2012

CINEMA DO BRASIL ESTÁ À PROCURA DE UM PROFISSIONAL PARA INTEGRAR SUA EQUIPE


O Programa Cinema do Brasil está selecionado currículos para o preenchimento da vaga de Produtor(a). As inscrições estão abertas até o dia 29 de julho de 2012.
Atribuições:
- Produção dos eventos nacionais e internacionais realizados pelo Programa Cinema do Brasil, tais como: feiras internacionais, cursos de capacitação, encontros de coprodução cinematográfica, etc.;
- Elaboração de planilhas de produção com o desenvolvimento e o andamento das ações;
- Solicitação de orçamentos dos fornecedores;
- Contato com os parceiros de produção nacionais e internacionais;
- Negociação internacional, organização e produção das exibições dos filmes das empresas associadas nas sessões de mercado nos festivais internacionais;
- Cotação de passagens aéreas e reservas em hotéis para os convidados das ações a serem realizadas no Brasil e no exterior.
Requisitos:
- Domínio da língua inglesa, desejável conhecimento em outros idiomas;
- Experiência com as atividades de produção.
Inscrições:
Enviar o currículo anexado em um arquivo PDF ou WORD para o e-mail info@cinemadobrasil.org.br, com o assunto: CURRÍCULO PARA VAGA DE PRODUÇÃO
Após o recebimento dos currículos, haverá uma pré-seleção de até 05 candidatos(as), que serão chamados para uma entrevista.
Prazo final para a inscrição: 29 de julho